As mulheres têm apresentado uma atuação significativa na manutenção e garantia de sobrevivência da espécie humana. Porém, não têm recebido reconhecimento significativo em relação aos ganhos financeiros e no reconhecimento de sua autonomia e identidade acentuando ainda mais a desigualdade social, principalmente entre as mulheres que muitas vezes são as mantenedoras dos lares.
Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, destaca que a crescente concentração de riqueza e as desigualdades estão minando a luta contra a pobreza, deteriorando as economias e fragmentando as sociedades.
“Essas limitações e exclusões afetam mais intensamente as mulheres do que os homens. As desigualdades de gênero são um componente estruturante da pobreza e um freio ao desenvolvimento.” Leia o artigo completo.
https://nacoesunidas.org/artigo-mulheres-desenvolvimento-sustentavel-e-discriminacao/